A Advocacia é uma actividade apaixonante.
Desde logo porque é um meio para atingir um fim: o serviço ao próximo é imanente à advocacia. Só se compreende a advocacia como meio de responder ao chamamento dos que almejam justiça.
Depois porque é multifacetada, diferente nos pontos de partida e de chegada e na abordagem dos temas: a partir de uma premissa inicial, os caminhos para a Justiça são múltiplos. A advocacia repele a uniformidade.
Também porque é humana: é exercida por homens e mulheres, destina-se a homens e mulher e interage com homens e mulheres, com ideias, propósitos e vivências diferentes. O erro, a incerteza e a indecisão são companheiros de jornada.
Finalmente porque é útil e tende a alcançar resultados: a advocacia transforma coisas e pessoas e ideias. Cria. Sendo tudo isso a advocacia tem também de ser um modo de vida, ainda que muitas vezes a ingratidão e o esquecimento sejam o pagamento dos honorários dos advogados.
Abel de Andrade é o nome de vários advogados da mesma família que actuando em tempos diversos e em condições diversas, têm em comum o conhecimento, o trabalho e a perseverança, mas também a seriedade e a honestidade.
Abel de Andrade – Advocacia é apenas um nome que pretende ligar esses nomes, com essas características, tanto quanto possível, no passado, no presente e no futuro.
Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Clássica Lisboa 1975
Advogado desde 1977
Fundador, em 1978, e membro de sucessivas direcções da Associação Portuguesa dos Jovens Advogados (APJA)
Vogal do Conselho Fiscal da Associação Portuguesa de Direito Europeu (APDE), de 1990 a 2007
Membro do Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados (1989/90 e 1990/92)
Presidente da Comissão Distrital de Lisboa Contra a Procuradoria Ilícita da Ordem dos Advogados (1993/98)
Presidente da Comissão Nacional Contra a Procuradoria Ilícita da Ordem dos Advogados (1999/2001)